Alíquota do imposto de importação de dióxido de titânio é reduzida

Resultado de ação da Abrafati, medida havia sido aprovada no início de maio no âmbito do Mercosul.

No último dia 29 de maio, foi publicada a Resolução nº 38 da Camex (Câmara de Comércio Exterior), que confirmou a decisão de reduzir a alíquota de importação do dióxido de titânio (TiO2) de 12% para 2%. A medida havia sido aprovada em 08 de maio pela Comissão de Comércio do Mercosul, mas precisava ser oficializada pelo governo brasileiro, o que ocorreu agora.

Essa desoneração vale por seis meses, para uma cota de 47 mil toneladas do produto, estando em vigor desde a publicação da resolução.

A medida foi defendida pela Abrafati, que sensibilizou o governo com o argumento de que se trata de num pigmento essencial para a indústria de tintas, cuja produção local é insuficiente para atender à demanda no País. “A redução do imposto contribui para a competitividade das tintas, indispensáveis em projetos que alavancam o desenvolvimento brasileiro, como o Minha Casa, Minha Vida e as grandes obras de infraestrutura”, afirma Dilson Ferreira, presidente-executivo da Abrafati.

A Abrafati pleiteará uma nova cota para entrar em vigor tão logo a atual tenha sido utilizada.

 

Congresso internacional de tintas será oportunidade de conhecer inovações tecnológicas e tendências

Tendo a sustentabilidade como tema âncora, mais de uma centena de trabalhos de especialistas de todo o mundo foram selecionados para a programação.

As pesquisas mais relevantes e originais em andamento na cadeia de tintas estarão em destaque na Abrafati 2013, que acontece de 21 a 23 de novembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Todos os aspectos relacionados direta e indiretamente à formulação do produto estarão contemplados na programação do 13º Congresso Internacional de Tintas, que será, uma vez mais, um espaço privilegiado para conhecer e debater as inovações no setor. A partir da apresentação dos trabalhos dos principais especialistas vindos de todo o mundo, será possível antever os caminhos que levam à tinta do futuro.

Entre as dezenas de papers recebidos para avaliação, o Comitê Científico do Congresso – formado por profissionais experientes e com vasto conhecimento técnico – selecionou 72 para a apresentação oral, durante os três dias do evento (24 a cada dia, em seis auditórios). São esperados cerca de 1.500 congressistas, que poderão se inteirar dos rumos que as pesquisas vêm seguindo e dos desenvolvimentos mais recentes, contemplados na rica e variada programação de palestras. A Sessão Pôster, com algumas dezenas de trabalhos de alto nível, agregará ainda mais conteúdo técnico à Abrafati 2013, possibilitando também oportunidades de interagir com os autores.

Ocupando espaço crescente na agenda do setor, a sustentabilidade será um dos grandes guarda-chuvas do Congresso, com diversos estudos analisando e propondo novas soluções para aspectos ligados aos processos de produção e à performance das tintas. A programação propiciará a oportunidade de entender e, ao mesmo tempo, de debater as tintas da nova geração.

Um dos conceitos de grande atualidade presente em praticamente todos os trabalhos é o da ecoeficiência, que significa a combinação de desempenho econômico e ambiental. Isso envolve entregar produtos que satisfaçam as necessidades dos usuários, mantendo a sua competitividade e reduzindo os impactos ambientais em todo o seu ciclo de vida.

O uso racional de matérias-primas e de energia, a busca de opções mais sustentáveis em todos os processos, os cuidados com substâncias potencialmente perigosas, a minimização da geração de resíduos, o reaproveitamento e a reciclagem, a durabilidade das tintas e outros aspectos relacionados a estes são parte fundamental das preocupações dos profissionais que refletem sobre os rumos futuros da cadeia de tintas e trabalham para encontrar as melhores soluções e possibilidades.

As inovações relacionadas às matérias-primas serão exploradas sob diversos ângulos, das propriedades que conferem às tintas aos aprimoramentos na sua produção e utilização. As pesquisas nessa área incluem também a busca de novas alternativas, obtidas a partir de fontes renováveis, entre as quais a cana-de-açúcar e diversas oleaginosas.

Da mesma forma, novos pigmentos – para utilização em tintas imobiliárias, automotivas e industriais – terão presença assegurada nas apresentações, com desenvolvimentos que abrem novas possibilidades e garantem melhores resultados, sempre com aprimoramentos no que se refere à redução do impacto ambiental.

A evolução dos sistemas à base de água é outra tendência que chama a atenção nos trabalhos selecionados. As inovações tecnológicas nessa área são constantes e vêm trazendo importantes ganhos ambientais, sem abrir mão da performance das tintas. Esse tema se conecta a outro, prioritário para a cadeia de tintas, que é a eliminação ou redução das emissões de VOCs (compostos orgânicos voláteis), em que continuam a ocorrer avanços muito relevantes, tanto nas tintas à base de água quanto naquelas à base de solventes.

Merecem destaque, por seu caráter inovador, os vários estudos relacionados à tecnologia de cura por radiação, que serão apresentados no seminário específico sobre o tema, promovido dentro do Congresso, em conjunto com a RadTech South America. Entre os temas a serem abordados estão a transição para tintas UV aquosas, que trazem uma importante contribuição para a sustentabilidade, além de tornarem o processo de aplicação mais simples, com o uso de pistola. Outra tendência que será mostrada é a de substituição de lâmpadas de mercúrio pelas de LED.

Tendo participado, ao longo de todas as edições do Congresso, da avaliação dos trabalhos enviados por pesquisadores de todo o mundo, o químico Jorge Fazenda, consultor científico da
Abrafati, usa toda a sua experiência para fazer uma avaliação panorâmica do conteúdo a ser apresentado este ano. Destaca que está consolidada a tendência de que os trabalhos foquem em produtos e processos cada vez mais amigáveis ao meio ambiente e que permitam oferecer respostas às necessidades do consumidor, da sociedade e do mercado. “A sustentabilidade é um tema chave no evento e os trabalhos refletem isso. Entre os grandes drivers da pesquisa atual relacionada às tintas, poderiam ser destacados a redução de VOCs e as inovações nos sistemas base água, que aparecem em inúmeros estudos”, afirma, lembrando ainda que as aplicações da nanotecnologia seguem sendo outra importante vertente do trabalho dos profissionais que se dedicam a pensar e viabilizar a tinta do futuro.

No site, inscrição para o Congresso e credenciamento para visitação

Profissionais interessados em assistir às palestras do 13º Congresso Internacional de Tintas já podem se inscrever no site www.Abrafati2013.com.br. A programação preliminar de palestras também pode ser consultada online, assim como informações gerais sobre o evento.  Como na edição anterior, será possível se inscrever para todo o Congresso ou para apenas 1 ou 2 dias. Quem fizer a inscrição antecipada garante descontos.

O processo de credenciamento para a visitação à Exposição também está aberto, no mesmo site, bastando preencher o formulário online. A entrada é gratuita para quem efetuar o credenciamento online antecipado.

Tintas são solução para melhorar qualidade dos imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida

Pintura bem executada, com produtos com qualidade reconhecida, é garantia de bons resultados.

Segundo recente matéria veiculada pela Folha de S. Paulo e pelo portal UOL, a presidente Dilma Rousseff manifestou forte preocupação com a qualidade do acabamento de casas e apartamentos construídos por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, pedindo providências para que fosse melhorada.

A indústria de tintas enxerga nessa preocupação uma ótima oportunidade para mostrar que tem uma solução muito eficaz para obter os resultados desejados pela presidente. Tintas de qualidade reconhecida, aplicadas em superfície devidamente preparada e com o uso das técnicas corretas, proporcionam um acabamento de alto nível, protegendo as superfícies onde são aplicadas e embelezando os imóveis. A pintura e/ou o envernizamento das portas, janelas e outras peças de madeira, por exemplo, contribuem para solucionar problemas da absorção da água e da umidade, deixando também a madeira mais bonita. Em alvenaria, a pintura evita o esfarelamento, diminui a absorção da água e da sujeira, além de não deixar o mofo e algas se desenvolverem. No caso de materiais metálicos, outro benefício é evitar a corrosão.

“O programa Minha Casa, Minha Vida tem trazido benefícios significativos para o desenvolvimento econômico e social. Continuaremos contribuindo para o seu aprimoramento, com soluções inovadoras e com o fornecimento de tintas em conformidade com as normas técnicas, que proporcionam os melhores resultados para a população beneficiada com essa iniciativa”, afirma Dilson Ferreira, presidente-executivo da Abrafati.

Uma importante parcela dessa colaboração para o avanço do Minha Casa, Minha Vida ocorre no âmbito do PBQP-H (Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat), do Ministério das Cidades, que reúne 26 programas setoriais da qualidade de diferentes segmentos da construção civil (entre os quais o das tintas imobiliárias). “Graças a eles, está disponível uma gama completa de materiais de construção que cumprem os requisitos das normas da ABNT, permitindo total qualidade para as habitações desse importante programa governamental”, acrescenta Dilson Ferreira, que é também o presidente do Fórum dos Gerentes de PSQs.

Informações gerais sobre tintas e pintura imobiliária

Para obter um bom resultado na pintura, todo o sistema precisa ser adequado. Isso inclui a preparação da superfície, a escolha da tinta e de produtos complementares, a utilização das técnicas corretas para aplicação dos produtos.

Preparação da superfície a ser pintada

É preciso fazer uma limpeza completa, que remova qualquer material que possa contaminar a pintura. A superfície precisa estar firme, uniforme (sem buracos ou rachaduras), seca e sem poeira, gordura, graxa, sabão ou mofo. Antes de pintar, é preciso verificar e corrigir imperfeições na parede, com argamassa ou massa corrida. Em caso de reboco novo, é preciso aguardar 28 dias no mínimo para a sua secagem, antes da pintura.

Os principais problemas causados pela falta de uma preparação correta da superfície são:

  • Eflorescência (formação de manchas esbranquiçadas na parede pintada, por causa do reboco úmido)
  • Saponificação (junção da umidade com substâncias da cal e do cimento que compõem o reboco, formando manchas)
  • Desagregamento (a pintura se solta da parede, junto com parte do reboco, esfarelando)
  • Descascamento ou calcinação
  • Formação de bolhas
  • Aparecimento de manchas
  • Fissuras e trincas

Como escolher as tintas

A escolha da tinta deve ter como primeiro critério a superfície onde será aplicada: alvenaria, metal ou madeira. O segundo critério básico é o local onde será aplicada: interior ou exterior do imóvel e o tipo de cômodo. Após a definição do local, é importante verificar se a tinta atende às especificações mínimas determinadas pelas normas técnicas brasileiras. Esse é o melhor critério técnico para saber se uma tinta tem padrões mínimos de qualidade. Vários fabricantes de tintas participam do Programa Setorial da Qualidade – Tintas Imobiliárias, ligado ao PBQP-H do Ministério das Cidades, que tem como objetivo melhorar a qualidade das tintas no mercado brasileiro. Esses fabricantes estão comprometidos em fabricar seus produtos com a qualidade exigida por estas Normas. Os participantes do programa podem ser conhecidos em www.tintadequalidade.com.br, onde também podem ser encontradas dicas de pintura, simuladores de ambiente e outras informações.

Para paredes de alvenaria, os principais tipos são as tintas látex acrílicas, tintas látex PVA, tintas vinil-acrílicas e texturas. Em ambientes internos, podem ser aplicados os três tipos de tinta látex – Econômica, Standard e Premium –, cabendo a cada consumidor, de acordo com seu gosto, a escolha da cor e do tipo de acabamento (fosco, acetinado e brilhante). Em ambientes externos (fachadas), em que existe a necessidade de maior resistência, em função do intemperismo, devem ser usadas as tintas classificadas como Standard e Premium. Existem ainda tintas para aplicações específicas, como para utilização em banheiros ou em imóveis no litoral, que têm características apropriadas para esses ambientes.

Deve ser destacado que o nível de qualidade (Econômica, Standard ou Premium) da tinta indica o atendimento a requisitos mínimos ligados a durabilidade, lavabilidade e poder de cobertura, como pode ser visto na tabela a seguir:

Requisitos Unidade Limites mínimos de desempenho
Econômica* Standard Premium
Poder de cobertura de tinta seca m2/litro 4,0 5,0 6,0
Poder de cobertura de tinta úmida % 55,0 85,0 90,0
Resistência à abrasão úmida sem pasta abrasiva Ciclos 100
Resistência à abrasão úmida com pasta abrasiva Ciclos 40 100

Para as madeiras (portas, janelas etc.), é sempre recomendado o uso de vernizes, stains, esmaltes ou tintas a óleo, que evitam rachaduras e trincas e as protegem de envelhecimento precoce, desbotamento e deterioração, repelindo a água e combatendo a formação de fungos, além de manter o ambiente agradável. Madeiras em áreas externas, expostas à ação do sol, chuva e maresia, devem receber atenção especial, com vernizes com filtro solar e esmaltes Premium.

A escolha do acabamento para a madeira (verniz, stain, esmalte ou tinta a óleo) depende do gosto pessoal e de fatores como o local de aplicação e o grau de proteção desejado. É preciso destacar que nem sempre a solução tecnicamente mais adequada será a que mais agrada ao cliente, do ponto de vista estético. Da mesma forma, uma escolha feita levando-se conta exclusivamente os aspectos estéticos poderá não trazer a solução para o problema existente.

Em termos de características e de efeitos estéticos, existem diferenças entre os três tipos de produto. Os stains colorem, são sempre foscos, não escondem o substrato e não formam filme sobre a madeira, conferindo um aspecto mais natural e rústico a ela. Já os vernizes podem ser usados, nas versões brilhante e acetinado, para dar um acabamento mais sofisticado, destacando o substrato. Diferentemente dos vernizes e stains, as tintas a óleo e os esmaltes escondem os veios da madeira e a colorem.

No caso de metais, os produtos indicados são os esmaltes e a tinta a óleo, tanto para o interior quanto para o exterior dos imóveis.

Há também diversos complementos à linha de tintas imobiliárias, como massas niveladoras, massas corridas, fundos, seladores e outros.

Tipos de tintas

Para paredes de alvenaria, os principais tipos são as tintas látex acrílicas, tintas látex PVA, tintas vinil-acrílicas e texturas.

É importante destacar que tintas acrílicas são um dos tipos de tintas látex: existem tintas látex PVA e tintas látex acrílicas. A principal diferença entre elas é a resina utilizada. As tintas PVA usam acetato de polivinila, enquanto as acrílicas são à base de resina acrílica. Existem ainda as tintas vinil-acrílicas. Muita gente ainda acredita que as tintas acrílicas são indicadas para uso externo enquanto as PVA estão restritas aos ambientes internos, em função de fatores como lavabilidade e durabilidade. Essa informação nem sempre é verdadeira, pois existem tintas acrílicas Econômicas, indicadas apenas para uso interior, assim como tintas látex PVA Standard e Premium, que podem ser aplicadas em fachadas sem nenhum problema.

Os acabamentos variam entre fosco, acetinado, semibrilho e brilhante.

Para metais e madeiras, os mais comuns são esmaltes sintéticos, tintas a óleo, vernizes e stains.

Há também diversos complementos à linha de tintas imobiliárias, como massas niveladoras, massas corridas, fundos, seladores e outros.

Massa corrida

A massa corrida (massa niveladora) é usada para corrigir imperfeições rasas no reboco, sendo indicada a massa exterior para superfícies externas e massa interior para superfícies internas.

Após a aplicação da massa, deve-se esperar que seque para então lixá-la, respeitando o tempo recomendado pelo fabricante. Depois disso, deve ser retirado o pó com um pano limpo e então o local pode ser pintado.

Lixamento

De uma forma geral, o lixamento deverá ser feito nas seguintes fases da pintura:

  • Superfícies novas: lixar antes da aplicação de qualquer produto.
  • Superfícies já pintadas (repintura): lixar antes da aplicação de qualquer produto, com o objetivo de fosquear as superfícies brilhantes e melhorar a aderência.
  • Após aplicação e secagem do fundo, efetuar lixamento suave.
  • As massas niveladoras também devem ser lixadas após a secagem (cerca de 5 horas após a aplicação).

São utilizados normalmente quatro tipos de lixa:

  • Lixas para alvenaria: 150-180
  • Lixas para madeira: 80-150; 180-240; 360-400
  • Lixas para metais: 80-150 e 360-400
  • Lixas para massas: 220-240

Sequência recomendada para pintar um ambiente

O ideal é começar pelo teto, pintando depois as paredes. Em seguida, devem ser pintadas as portas, as janelas e no final os rodapés.

A pintura das áreas externas deve ser feita antes de pintar as áreas internas.

Materiais necessários para a pintura

Além das tintas, fundos e massas, é necessário ter rolos, trinchas e pincéis, caçambas ou bandejas, fitas adesivas, lixas, espátulas de aço (para aplicar massas em pequenas áreas e remover a pintura velha) e desempenadeiras de aço (para aplicação de massas em grandes áreas).

Para todas as ferramentas e equipamentos, é importante estar atento à sua qualidade e à adequação para a utilização pretendida.

Em relação aos rolos, pincéis e trinchas, o que determina é a utilização que terão. Para áreas maiores, usam-se rolos, que são de diversos tipos. Os principais são:

  • Rolos de lã de carneiro ou lã sintética, usados para aplicação de tintas à base de água: látex PVA e acrílico.
  • Rolos de lã de pelo curto desenvolvidos para a aplicação de tintas à base de resina epóxi. Também podem ser usados para aplicar tinta látex proporcionando ótimo acabamento. Antes de usá-los na pintura de tinta látex, é preciso umedecê-las ligeiramente em água e depois retirar o excesso deslizando-os na parede.
  • Rolo de espuma poliéster para aplicação de esmaltes, vernizes, tintas a óleo e complementos como fundos para madeiras, para metais etc.
  • Rolos de espuma rígida para texturização, feitos de poliéster.

O pincel e a trincha são utilizados para a aplicação de esmaltes, vernizes, tintas a óleo, tintas látex e complementos, como fundos para madeiras, para metais, seladores etc. São especialmente indicados para pintura que não seja lisa e tenha muitos detalhes; em alvenaria são úteis para requadrar a superfície. A trincha é mais usada do que o pincel.

Existem diversos modelos de pincéis e trinchas, que devem ser escolhidos conforme a tinta a ser aplicada:

  • Cerdas escuras: indicadas para a aplicação de esmaltes sintéticos, tintas a óleo e complementos.
  • Cerdas grisalhas: indicadas para a aplicação em tintas látex e respectivos fundos.
  • Cerdas brancas: ideais para a aplicação de verniz e stains.

Como encontrar um pintor qualificado

Um caminho seguro para encontrar um pintor qualificado é acessar o Cadastro Nacional de Pintores de Imóveis, no site www.pintorprofissional.org.br. Esse cadastro contém os dados de contato de 5 mil pintores aprovados no programa de capacitação e avaliação Pintor Profissional Abrafati.

A consulta ao Cadastro é fácil e pode ser feita por cidade, bairro ou CEP, permitindo ao consumidor encontrar, na região onde vive, profissionais com competência reconhecida, capazes de pintar seu imóvel com excelentes resultados.

Precauções a serem tomadas / outras dicas

  • Evitar a pintura em dias chuvosos ou com ventos fortes, pois eles trazem poeira e outras sujeiras para a pintura. Também não é bom pintar quando a temperatura está muito baixa ou quando a umidade relativa do ar está acima de 90%.
  • Para a limpeza da superfície pintada, deve-se usar apenas água com detergente líquido e neutro e esponja macia. A limpeza deve ser feita de forma suave e homogênea, em toda a superfície pintada, enxaguando com água limpa. Não devem ser utilizados produtos abrasivos, que podem danificar a superfície pintada.  Não é recomendado o uso de equipamentos que utilizam água quente ou vapor, pois podem gerar manchas.
  • Para evitar sobras de tintas, a orientação é a de planejar antes de pintar, ou seja, calcular quanto vai usar de tinta, para a sobra ser a mínima possível. Isso significa adquirir apenas o material necessário, tirando as medidas da área que vai ser pintada antes de comprar ou indicar a quantidade de material que precisa. A regra é: “medir duas vezes e comprar apenas uma vez”.
  • Nunca se deve descartar a sobra de tinta em bueiros, rios ou no solo. O melhor caminho é reaproveitar, lembrando que tintas similares podem ser misturadas entre si. Ou seja, tintas base água podem ser misturadas com outras tintas base água; e tintas base solvente com outras tintas base solvente. Da mesma forma, deve ser destacado que, quando se misturam diversas cores, é fácil obter cores escuras, como o cinza ou o concreto. A mistura de diversos tons de branco também é recomendada, já que o resultado final ainda é tinta branca, que pode ser utilizada, por exemplo, como primeira demão de tetos, por exemplo. Outra possibilidade, que é ecológica e socialmente responsável, é doar para alguma associação de bairro, igreja, vizinho ou pessoa que necessite dos produtos. Como último recurso, a sobra de tinta deve ser “aplicada”, com o auxílio de pincel ou rolo, em jornais ou papéis de embrulho. Depois de seco, esse papel “pintado” pode ser descartado em lixo comum.

Fonte das informações:

Gisele Bonfim, química e gerente técnica da Abrafati (Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas)

Abrafati 2013: Um evento cada vez mais global

É muito forte no exterior o interesse pelo Brasil, o que faz com que profissionais e empresas de todos os cantos do mundo estejam se preparando para participar do Congresso Internacional de Tintas e da Exposição de Fornecedores.

Presente no nome do Congresso e da Exposição da Abrafati, o termo “Internacional” vem se mostrando cada vez mais apropriado ao evento. Nas últimas edições, cresceu substancialmente a participação de empresas e profissionais vindos do exterior, cujo número deverá ser ainda mais alto em 2013.

Pelas perspectivas de crescimento que apresenta e por sua liderança no âmbito regional, o Brasil entrou fortemente no radar das grandes corporações e dos fornecedores da indústria de tintas. Por isso, ao mesmo tempo em que players globais com atuação direta no Brasil trarão executivos e técnicos das suas matrizes, para discutir negócios e apresentar novas vertentes na pesquisa e desenvolvimento, empresas da Europa, Américas e Ásia virão pela primeira vez, para prospectar oportunidades e apresentar seus diferenciais.

“Atraindo expositores, visitantes, palestrantes e congressistas do Brasil e de todo o mundo, teremos um mix muito amplo e variado de experiências, conhecimentos e inovações. O Congresso e a Exposição serão enriquecidos com a apresentação daquilo que existe de mais atual, relevante e avançado na nossa cadeia. Com isso, a Abrafati 2013 desempenhará papel chave no estímulo ao desenvolvimento tecnológico e à geração de negócios”, afirma Dilson Ferreira, presidente-executivo da Abrafati.

Para saber mais sobre o evento, acesse: www.Abrafati2013.com.br

Cura por radiação estará em destaque na Abrafati 2013

Seminário promovido em conjunto com a RadTech South America mostrará os principais avanços relacionados a essa tecnologia.

Uma das atrações da Abrafati 2013 será o terceiro Seminário Abrafati-RadTech South America de Cura por Radiação. Os ótimos resultados obtidos nas edições anteriores contribuíram para que fosse planejado um novo salto de qualidade, com a ampliação da programação e a participação de mais especialistas internacionais, ligados às RadTechs de todas as regiões do mundo.

“Iniciamos o trabalho de divulgação do seminário no exterior e de captação de trabalhos inovadores para serem apresentados. O interesse é muito forte, o que nos permitirá contar com a participação de pesquisadores de ponta, mostrando os mais recentes desenvolvimentos e as tendências relacionadas à utilização de cura por radiação”, afirma Maria Cristina de Carvalho, diretora-presidente da RadTech South America.

Os benefícios trazidos por essa tecnologia, especialmente aqueles ligados à sustentabilidade e à produtividade, serão destacados no evento, ampliando a programação de qualidade oferecida aos participantes da Abrafati 2013. “O seminário já trouxe importantes contribuições para o setor, proporcionando oportunidades de atualização de conhecimentos e de discussões essenciais para o futuro da cadeia de tintas. Este ano, teremos uma edição ainda mais abrangente, graças ao comprometimento da RadTech South America com a melhoria contínua”, afirma Dilson Ferreira, presidente-executivo da Abrafati.

Para saber mais sobre o evento, acesse: www.Abrafati2013.com.br